Psicologia do esporte na abordagem gestáltica

Já está disponível online o artigo “Em busca de uma boa forma de fazer psicologia do esporte”: contribuições da gestalt-terapia, de autoria da psicóloga Adriana Amaral.

O artigo foi publicado na Revista da Abordagem Gestáltica, avaliada com conceito A2 pela CAPES, e oferece um material ainda raro que mostra como a abordagem gestáltica pode ser utilizada pelos psicólogos no meio esportivo.

Veja abaixo o resumo do artigo. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

Resumo:

Este artigo busca apresentar a psicologia do esporte a partir de uma abordagem que ainda é raramente utilizada neste campo, embora já esteja consolidada no âmbito da psicologia há muitas décadas: a gestalt-terapia. Assim, inicialmente apresenta, em linhas gerais, em que consiste a atuação do psicólogo do esporte para, a partir daí, pensar este trabalho à luz do referencial gestáltico. O foco se dá sobre dois níveis cruciais da intervenção: a compreensão diagnóstica e a intervenção propriamente dita. O artigo aborda o esporte individual de alto rendimento, visto que a psicologia do esporte é extremamente ampla e não haveria como dar conta de todas as suas possibilidades de intervenção num único artigo.

Cursos de Psicologia do Esporte no Rio de Janeiro em 2017

Irão acontecer no primeiro semestre deste ano alguns cursos na área de Psicologia do Esporte no Rio de Janeiro.

A Universidade Estácio de Sá está oferecendo uma pós-graduação prevista para começar em março. Este é o link para maiores informações: http://www.posestacio.com.br/pos-graduacao/rio-de-janeiro/psicologia-do-esporte/266/6861/12.

Também com previsão para março, a UNISUAM oferece a Pós-Graduação em Psicologia do Esporte e do Exercício: http://hotsite.unisuam.edu.br/pos-unisuam/2017/01/10/psicologia-do-esporte-3/

Já em maio deve começar a turma de Formação em Psicologia do Esporte da clínica CEPPE, coordenado pelo psicólogo Paulo Ribeiro, que durante décadas trabalhou no Clube de Regatas do Flamengo.Veja no link a seguir maiores informações: http://www.ceppe.com.br/psicologia-do-esporte-no-rio-de-janeiro/http://www.ceppe.com.br/psicologia-do-esporte-no-rio-de-janeiro/

Ressaltamos que não temos qualquer vínculo com nenhum dos cursos. Estamos apenas divulgando para que os interessados possam ficar cientes e encontrar o que mais lhes atende.

 

Abordagem gestáltica no esporte

Acaba de ser publicado na Revista da Abordagem Gestáltica (RAG) (classificada no Qualis da Capes como A2) o artigo “Em busca de uma boa forma de fazer Psicologia do Esporte: contribuições da Gestalt-terapia”, de autoria da psicóloga Adriana Amaral.

O texto vem contribuir com material teórico de referência sobre o tema, ainda inexistente em língua portuguesa. Internacionalmente, também são muito poucos os trabalhos relacionando a abordagem gestáltica com a Psicologia do Esporte.

O artigo busca, assim, começar a preencher uma lacuna teórica para que estudantes e profissionais de Psicologia do Esporte possam construir novas práticas e outros artigos sobre o assunto.

A edição da revista, no momento, está circulando em versão pdf. Em breve, será disponibilizada no site da mesma no PEPSIC (Periódicos Eletrônicos em Psicologia). Quem quiser visualizar o artigo antes da publicação online, pode enviar um e-mail para adriana_aes@hotmail.com e solicitar o arquivo em pdf.

O ISOP e a Psicologia do Esporte no Rio de Janeiro

Na última segunda-feira, 23 de janeiro, a psicóloga Adriana Amaral defendeu sua tese de doutorado intitulada “O ISOP e a Psicologia do Esporte no Rio de Janeiro: ampliando a história de uma prática”, no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social (PPGPS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

O trabalho foi orientado pela Profª. Dra. Ana Maria Jacó-Vilela, diretora do Laboratório de História e Memória da Psicologia Clio-Psyché, da UERJ. Participaram da banca os seguintes professores doutores: Cristianne Almeida Carvalho (UFMA), Hildeberto Vieira Martins (UFF), Alexandre de Carvalho Castro (CEFET/RJ), Lamartine Pereira da Costa (UERJ), Francisco Teixeira Portugal (UFRJ) (suplente) e Alberto Filgueiras (UERJ) (suplente).

 

O Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP) foi uma relevante instituição de Psicologia que funcionou entre 1947 e 1990 e a tese aponta diversas produções na área do esporte, além de três personagens principais com contribuições para o campo: Emílio Mira y lópez, Cecília Torreão Stramandinoli e Athayde Ribeiro da Silva.

A tese, agora, encontra-se em fase de finalização para que, em breve, possa ser disponibilizada digitalmente.

Abaixo, o resumo da tese.

“O Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP), que funcionou de 1947 a 1990, no Rio de Janeiro, foi uma instituição de extrema relevância no cenário brasileiro. Sendo referência em psicotécnica no país, nunca, entretanto, foi referido  com relação à Psicologia do Esporte. O objetivo deste trabalho é mostrar suas inserções na área, por meio da atuação de seus profissionais, entre eles Athayde Ribeiro da Silva, Emilio Mira y López e Cecília Torreão Stramandinoli, além de suas  publicações. Foi realizada uma pesquisa no Núcleo de Documentação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), onde o ISOP funcionou, sendo feitas buscas a partir de termos que relacionavam a instituição a termos da área esportiva, seguindo-se outros termos, a partir de dados que foram surgindo nas pesquisas com os documentos encontrados. Outra fonte foram os cadernos de Alice Mira, psicóloga e esposa de Emílio Mira y López. Os cadernos são uma compilação de recortes de publicações de jornais e revistas de sua época que fizessem referência, de alguma forma, a Emilio Mira y López, reunidos em diversos volumes e que foram digitalizados pela FGV. Os artigos de Cecília Stramandinoli em revistas científicas foram obtidos graças à digitalização deste material. Os livros e artigos escritos por Athayde Ribeiro da Silva (sozinho e em “parceria” com Emilio Mira y López) foram tratados como fontes primárias, tendo sido cuidadosamente resumidos para a análise realizada. Também recorremos à memória de personagens ligados direta ou indiretamente à história que estamos contando, realizando algumas entrevistas. O resultado das pesquisas mostra a intensa participação do ISOP tanto no apoio à seleção brasileira de futebol, na década de 1960, quanto à produção científica, através de sua revista, e a produção intelectual de alguns de seus personagens. São fatos que não faziam parte da história construída da Psicologia do Esporte até o momento e que certamente possuem relevância neste contexto. Assim, esperamos lançar nova luz à Psicologia do Esporte e também aos três personagens que elencamos aqui, complementando a história já existente, ampliando as referências teóricas e práticas para uma Psicologia do Esporte atual, contextualizada e diversificada.”

 

Novos volumes da Revista Brasileira de Psicologia do Esporte

Acabam de ser publicados os dois últimos volumes da Revista Brasileira de Psicologia do Esporte (RBPE), referentes ao ano de 2016.

Após alguns anos sem publicações, devido a problemas técnicos, a revista volta, após as atividades do Grupo de Trabalho de Psicologia do Esporte na Reunião Anual da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP) em 2016. O retorno às atividades e gradual crescimento da avaliação da revista junto à Capes foram um dos resultados do GT, conforme relatado em artigo no volume 6, número 2.

A revista está aberta à submissão de trabalhos e vem crescendo no campo da Psicologia, sendo a única publicação específica na área de Psicologia do Esporte. Os novos volumes podem ser conferidos online clicando aqui.

Arteterapia gestáltica no trabalho com atletas

Neste final de semana, está acontecendo o XV Encontro Nacional de Gestalt-Terapia e XII Congresso Brasileiro da Abordagem Gestáltica.

A psicóloga Adriana Amaral apresentou no evento o trabalho intitulado “Arteterapia gestáltica  no trabalho com atletas”, contando dois exemplos de usos da arteterapia com atletas militares que disputaram os VI Jogos Mundiais Militares na Coreia, em 2015.

A arteterapia vem acenando como um recurso que, de forma lúdica, colabora na integração de aspectos desconhecidos da personalidade, no aumento do foco pré-competição, melhora do rendimento, desenvolvimento da autoconfiança e do espírito de equipe. A arteterapia gestáltica é marcada pela fenomenologia e pelo sentido que o próprio cliente dá ao seu trabalho. Além disso, o princípio do isomorfismo assume que uma imagem é estruturalmente similar ao comportamento do organismo que a criou. Daí as possibilidades de sua utilização no esporte, como uma “recriação” do contexto competitivo, como experimentos de empoderamento.

Agradecemos as atletas do futebol feminino e do pentatlo naval pela autorização para a apresentação do trabalho.  Estas experiências mostram a riqueza do trabalho em gestalt, que possibilita ampliação da awareness e maior integração do ser humano consigo e com os demais e como a arteterapia pode ser um auxílio engrandecedor para este processo. Ao usar diferentes formas de expressão e a possibilidade do trabalho em conjunto, a arte resgata forças, desenvolve a criatividade, tão cara aos atletas, e projeta no trabalho desenvolvido as possibilidades de sucesso.

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“Invencível”

Às vésperas dos Jogos Olímpicos Rio 2016, faremos a indicação de um filme que retrata a trajetória de um verdadeiro herói olímpico.

“Invencível”, (Unbroken no original) conta a história de Louie Zamperini (1917-2014), filho de italianos que foram para os Estados Unidos e que se tornou um “garoto-problema”. Sempre metido em encrencas, muitas delas devido ao fato de ser estrangeiro, foi levado pelo seu irmão a se inscrever na equipe de atletismo da escola. O sucesso foi tanto que ele se qualificou para os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936.

Mas a guerra impediu a trajetória daquele que poderia ser um grande recordista americano. Em 1943, o avião onde atuava como bombardeiro na Segunda Guerra Mundial caiu no oceano, onde ele passou 47 dias à deriva. Foi resgatado pelos japoneses e feito prisioneiro de guerra, onde só não foi decapitado por ter sido reconhecido como atleta olímpico.

Foi, então, enviado a outra prisão onde sofria torturas diárias do comandante do campo, conhecido como “A Ave”.

Zamperini resistiu a situações inacreditáveis, sendo libertado ao fim da guerra. Sofreu de estresse pós-traumático durante anos, mas conseguiu se recuperar, perdoar seus algozes e passou a fazer trabalhos com crianças delinquentes e a dar palestras contando sua história.

O filme tem, ainda, alguns extras, dentre os quais um que conta toda essa história, com relatos do atleta, ainda vivo, ratificando as cenas mostradas na tela. Uma história emocionante de  superação, perdão, determinação e da importância do esporte na construção do caráter.

 

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Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia do Esporte

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Neste ano de 2016, a Psicologia do Esporte teve mais um importante acontecimento científico. Pela primeira vez, um Grupo de Trabalho de Psicologia do Esporte participou do Simpósio da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP), que aconteceu de 07 a 10 de junho, em Maceió.

Foi necessário esperar alguns anos até que houvesse profissionais da área doutores e/ou professores universitários, o que só aconteceu recentemente. Estiveram presentes psicólogos de vários estados, como RJ, MG, SP, MA, RS, CE, e de diversas gerações. A atuação acadêmica destes profissionais possibilitou a inscrição do GT, que possui como produto ações efetivas na área. Foram discutidos pontos como a reativação da Revista Brasileira de Psicologia do Esporte e a inserção de linhas de pesquisa nos programas de pós-graduação do país.

O significado desta participação é incomensurável e significará avanços na área no âmbito da pesquisa e da pós-graduação, em especial stricto sensu (mestrado e doutorado).

I Encontro dos Psicólogos Esportivos do Rio de Janeiro

No dia 02 de julho de 2016, o Rio de Janeiro receberá um grande evento para a Psicologia do Esporte, reunindo psicólogos de diferentes gerações que trabalham com esporte no estado do Rio: o I Encontro dos Psicólogos Esportivos do Rio de Janeiro.

O evento será aberto a estudantes e profissionais da Psicologia e de outras ciências do esporte.  e acontecerá no campus da Universidade Veiga de Almeida, na Barra da Tijuca. As inscrições são gratuitas através do e-mail: eventopsiesporterio@gmail.com.

Não perca! Corra e faça sua inscrição!

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Compreensão diagnóstica no esporte – abordagem gestáltica

A Psicologia do Esporte e a abordagem gestáltica ainda carecem de material teórico tanto no Brasil quanto mundialmente.

Alguns esforços vêm sendo feitos no sentido de construir algumas referências para esta relação. Vários trabalhos foram apresentados em congressos de Gestalt-terapia e de Psicologia do Esporte, com esboços teóricos relacionando os dois saberes.

No XI Congresso Brasileiro da Abordagem Gestáltica, em 2013, foi apresentado um trabalho intitulado “A compreensão diagnóstica no esporte sob a ótica da abordagem gestáltica”, de autoria de Adriana Amaral e Renata Garcia.

Veja abaixo o resumo deste trabalho.

Resumo:

O esporte é, nitidamente, um dos maiores fenômenos sociais das últimas
décadas. Com tamanha importância e visibilidade, tornou-se um campo fértil às
atuações de diversos profissionais antes ignorados no processo de formação
dos atletas. Tais profissionais atuam em nome das chamadas Ciências do
Esporte, dais quais a Psicologia é uma subárea ao lado de disciplinas como
Antropologia, Filosofia e Sociologia do Esporte, no que se refere à área
sociocultural, além de Medicina do Esporte, Fisiologia e Biomecânica, entre
tantas outras. No Brasil, a Psicologia tornou-se conhecida no mundo esportivo,
oficialmente, a partir do trabalho do psicólogo João Carvalhaes em um grande
clube de futebol e na seleção brasileira campeã mundial de 1958. A partir daí
cresceu o número de publicações, estudos e pesquisas na área, além do
aumento significativo de profissionais atuantes, em especial a partir da década
de 1990 (Rubio, 2000). No entanto, constatamos que ainda é pequeno o
número de gestalt-terapeutas atuantes nesta área onde a Psicologia vem
ganhando cada vez mais espaço, principalmente com a realização de grandes
eventos esportivos sediados no Brasil. A chamada Psicologia do Esporte é,
predominantemente, baseada em conceitos e técnicas advindos das teorias
cognitivas e comportamentais. Além disso, raramente encontramos publicações
acadêmicas a respeito do trabalho com esportistas pela ótica da Gestalt-
Terapia, tanto no âmbito nacional quanto internacionalmente. Sendo assim,
parece-nos de extrema importância contribuir para a construção do trabalho do
gestalt-terapeuta na área esportiva, já que este vem sendo desenvolvido de
forma intuitiva e solitária por parte dos poucos que se aventuram neste campo
dominado por teorias, conceitos, técnicas e práticas contrárias à visão de
homem e de mundo da Gestalt-Terapia, bem como de sua metodologia
fenomenológica. Portanto, o objetivo do presente trabalho é iniciar uma
reflexão acerca da primeira etapa de qualquer trabalho psicológico: o
diagnóstico, com enfoque no contexto esportivo e sob a ótica da Gestaltterapia.
Este, portanto, não será realizado nos moldes clássicos, baseado em
procedimentos pré-estabelecidos, realizados em uma determinada ordem e em
um determinado número de sessões, com a finalidade de categorizar o
indivíduo e estabelecer objetivos e técnicas para alcançá-las (Aguiar, 2005).
Aqui propomos a visão processual do psicodiagnóstico, também na área
esportiva. Ou seja, um diagnóstico em constante construção e transformação
durante todo o período de acompanhamento psicológico do atleta ou da
equipe. Com isso acredita-se estar em plena consonância com a visão
existencialista segundo a qual o homem é um ser se fazendo, é um ser
existindo, permanentemente em busca da sua essência. Se o homem está
sempre em construção, não é possível enquadrá-lo em categorias diagnósticas
pré-estabelecidas e estanques (aquele atleta está desmotivado, o outro
ansioso, aquela é agressiva, e assim por diante). Tais categorias ou critérios
diagnósticos foram definidos diante do que se encontra em comum entre os
homens. “Para tanto, agrupa, nomeia e classifica tudo aquilo que se refere à
perda dos mecanismos normais de funcionamento” (Frazão, 1996, p.27). O
trabalho do gestalt-terapeuta é, justamente, identificar como estas
comunalidades se art iculam e funcionam dentro do campo existencial de cada
sujeito ou, como sugere Aguiar (2005), como este sintoma (a ansiedade, por
exemplo) “articula-se com suas especificidades e compõe uma totalidade
singular” (p.122). Vale ressaltar que, apesar de entendermos o diagnóstico
como algo que acompanhará todo o processo de acompanhamento
psicológico, aqui apresentaremos sua fase inicial, chamada de compreensão
diagnóstica (Aguiar, 2005). Esta etapa tem como particularidade o nosso pouco
conhecimento acerca daquele atleta, daquela equipe, daquele campo singular.
Será um momento, portanto, de observações, entrevistas: com a equipe
técnica, com o(s) atleta(s), supervisor(es), diretoria(s), enfim, com todos
aqueles que julgarmos importantes forças de influência no campo existencial
do sujeito do diagnóstico, no caso, o atleta. Esta etapa objetiva, conforme o
nome nos indica, uma compreensão inicial daquele campo, como ele funciona,
onde e como se interrompe, os sintomas, etc. Além disso, é o momento de
escutar as demandas e ajustá-las à realidade, ou seja, o que é possível e o que
não é possível fazer (por exemplo: não posso afirmar que um atleta estará
menos ansioso para a c ompetição do final de semana), momento de acolher
mais do que intervir, ouvir e observar mais do que falar. Este trabalho propõese,
portanto, a apresentar uma forma possível, baseada na experiência das
autoras, de se fazer psicodiagnóstico no contexto esportivo, respeitando as
visões de homem e mundo da Gestalt e utilizando a metodologia
fenomenológica.
Referências bibliográficas
AGUIAR, L. Gestalt-Terapia com crianças: teoria e
prática. São Paulo: Livro Pleno, 2005.
RUBIO, K. O trajeto da Psicologia do
Esporte e a formação de um campo profissional. In: Katia Rubio. (org.).
Psicologia do Esporte: interfaces, pesquisa e intervenção. 1 ed. São Paulo:
Casa do Psicólogo, 2000, v. 15, p. 15-28.
FRAZÃO, L.M., Pensamento
Diagnóstico Processual. Uma visão Gestáltica de Diagnóstico. In.: II Encontro
Goiano de Gestalt-terapia, 1996, Goiania. Revista do II Encontro Goiano de
Gestalt-terapia, 1996, v.2, p.27-31.
Palavra 1: psicologia do esporte
Palavra 2: diagnóstico
Palavra 3: abordagem gestáltica
Modalidade de apresentação: Comunicação/ tema livre
Área de concentração: Interdisciplinaridade e novas interfaces (com outras
práticas)